Encontramo-nos no Jardim da Imaginação da biblioteca: o Jardim ganhou uma vida comunitária e a Imaginação ajudou-nos a elevar as nossas hipóteses. Ambos têm sido grandes parceiros de pensamento.
Pensámos, dialogámos sobre a liberdade e talvez até Epicuro tivesse passado por lá - será que fazermos tudo o que queremos nos traz felicidade?
É fascinante observar um conjunto de pessoas de pouca, que não se conheciam em outubro, que neste momento formam um grupo de pensamento.
Os voos dos pássaros, a savana dos leões, a discrição e as escolhas arquitetónicas das formigas, a atenção dos bebés. A domesticação dos pássaros, a presença dos leões no jardim zoológico e os assuntos que preocupam uma criança zangada.
Todos estes fatores de existência de liberdade, ou da sua ausência, avançaram para o papel de cenário, desde o diálogo entre crianças com idades entre os 6 e os 12 anos, que se encontram mensalmente, ao fim da tarde, para uma sessão de Filosofia.
Será que por estarmos dentro de algo, como dizia o Xr. (6 anos), estamos presos e sem liberdade? Ou será que por causa da imaginação somos livres?
Encontramos uma espécie de assinatura única, e ao mesmo tempo comum, para assinar o papel em que se registaram hipóteses, perguntas e algumas palavras novas: «baleão»; «bebão» e «formigárvore», que é formidável!
👂E parámos todos para escutar o som do Jardim da Imaginação.
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