Instantâneos da comunicação CELEBRAR A FILOSOFIA. PORQUÊ?
Projecto educacional de divulgação e prática da Filosofia em contextos específicos.
sábado, 22 de novembro de 2014
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Qual o estado do teu coração?
Na sessão passada o grupo do 4º ano estava entusiasmado com um texto lido e relido na aula de Português, tanto que quiseram apresentar-mo. Ainda bem, tratava-se de um dos textos de O Inventão, de Manuel António Pina - «Homenagem aos Pés».
Realizaram-se perguntas a partir do texto (e não sobre o texto) e elegeu-se a mais interessante, que, neste caso, levou a comunidade de investigação a uma bela sessão:
«O Inventão será deficiente?»
Foi hora da competência filosófica da clarificação: o que é ser deficiente?
As diferenças entre ser doente, ter uma doença muito grave e ser deficiente estabeleceram limites entre os conceitos mas não foram capazes de uma definição coesa de deficiente. Não obstante o grupo distinguir/ conhecer alguns tipos e origens de deficiência.
Acabámos por nos dirigir para a questão da felicidade - Pode alguém deficiente ser feliz?
E é neste ponto, com um Não convicto dos participantes, que passamos para a sessão de hoje. A visualização da curta-metragem Cordas deu o mote de entrada.
Pedida a moral da história, numa frase simples e directa, aparece a felicidade de alguém, não dependendo (pelo menos em exclusivo) das sua incapacidades físicas ou mentais.
«A amizade une as pessoas, como as cordas e as pontes.»
«A amizade faz as pessoas felizes.»
«Devemos ajudar as outras pessoas.»
«Quando imaginamos podemos ficar felizes.»
Abaixo ficam algumas perguntas para uma entrevista imaginária a alguém com deficiência:
Obrigada pelo envolvimento de todos!
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
terça-feira, 11 de novembro de 2014
O que se faz em Filosofia?
O 4º ano colocou no quadro os verbos que fazem as nossas sessões de Filosofia.
Melhorar; Comentar; Explorar; Descobrir; Respeitar; Aumentar (o pensamento); Participar, Agrupar; Perguntar; Responder; Esperar; Ouvir; Comentar; Pesquisar; Descobrir e todos os verbos que a seguir podem ver encheram a lousa.
Espontaneamente, a comunidade de investigação começou a ligar os conceitos que as palavras expressam. Então, cada participante escolheu três verbos e explicou ao grupo qual a conexão entre eles.
Em seguida, tratou-se de mudar o meio de comunicação, de transformar o que está em letras e palavras em imagem. Quem observar o desenho realizado deve conseguir saber a que verbo se refere.
Agora é a sua vez: que verbo atribuiria a cada desenho?
(Copiar)
Não resisti a perguntar ao G. se copiar é bom ou mau e se é representativo das sessões de Filosofia. Ele pensa que copiar é algo de mau porque não estamos a usar a nossa mente, mas apenas a usar o que o outro pensou: não aprendemos. Em Filosofia às vezes acontece, quando a professora pede para escrever uma palavra ou uma frase e quem está ao lado vê e escreve a mesma.
(Ler e Escrever)
(Pensar, Responder)
(Ouvir, Esperar)
(Perguntar)
(Esperar, Participar)
(Aumentar, o pensamento)
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Entrevista de Rebecca Newberger Goldstein
Excelente entrevista de Rebecca Newberger Goldstein a propósito do lançamento do livro
Siga o LINK para a entrevista completa.
Excerto:
A related question about the way Plato did philosophy—specifically about the dialogue form. Would it be fair to say that, in some sense, the form in Plato is the content? Or at least that we have to take the form in which he wrote philosophy seriously.
I think we have to take the [dialogic] form extremely seriously, and also be very sceptical of [Plato’s] doctrines—all of them, including the forms, the body-soul dualism and so on. Plato tells us, in the Seventh Letter, that he writes philosophy with reservations. But he wrote a lot and he chose the dialogue form, so clearly there is something important, philosophically, that he is telling us there. What I’d like to think [he’s saying] is that we can’t do it [philosophy] alone, it really has to happen in the clash of points of view. The things we really have to examine are so constitutive of our thinking that we’re not aware them, and so you need these other points of view. And I like to think that Plato is also telling us the more diverse the points of view the better.
So you’d be sympathetic to someone like Stanley Cavell who says that philosophy ought to aspire to the condition of conversation?
I am, very much. I guess there have been lonely geniuses—Nietzsche was a lonely genius—but even they converse with other philosophers, at least with the texts. When I separate myself from philosophers for too long, I feel the lack, I feel insecure. I need to say something and have one of my abrasive philosophical friends say, “Look, that could mean (a), (b) or (c), and (a) is trivial, (b) is false…” Given that philosophy is argument, you’re not going to test it against empirical reality—you’ve got to test it against other points of view.
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Encontros do DeVir Jr - escolas básicas de Loulé & Quarteira
Workshops gratuitos de Voz, Percussão, Música Electrónica, Dança e Filosofia Prática. Para alunos do 3º ciclo; (as inscrições foram prolongadas além de 20 de Out.):
«- Vamos fazer explodir Loulé & Quarteira com as tuas ideias!
Queremos fazer contigo um festival marcante, que invada a tua cidade, onde se fale do que normalmente não se discute e se discuta o que normalmente não se fala. Vamos inventar cidades imaginárias, novas e perfeitas, contribuir para que todos criemos de uma consciência cívica e ecológica.»
Queremos fazer contigo um festival marcante, que invada a tua cidade, onde se fale do que normalmente não se discute e se discuta o que normalmente não se fala. Vamos inventar cidades imaginárias, novas e perfeitas, contribuir para que todos criemos de uma consciência cívica e ecológica.»
Tudo em: http://www.encontrosdodevir.com/
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Café Filosófico em Guimarães - 6 Novembro - 5ª feira
6 Novembro - 21h30
C.A.R. (Círculo de Arte e Recreio) Rua Francisco Agra, n.º 74 (Rua com ligação à Rua Gil Vicente)
C.A.R. (Círculo de Arte e Recreio) Rua Francisco Agra, n.º 74 (Rua com ligação à Rua Gil Vicente)
Mais um desenvolvimento da parceria com a
ASSP - Associação de Solidariedade Social dos Professores - Delegação de Guimarães.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Filosofia para Crianças no Infantário de Avioso - Santa Maria - Maia
Primeira sessão de FILOSOFIA PARA CRIANÇAS no Infantário de Avioso - Santa Maria da Santa Casa da Misericórdia da Maia.
As sessões são destinadas a 2 grupos do último ano do Pré-Escolar (5 anos), com periodicidade semanal e realizadas em regime pro bono.
“O fortalecimento do pensamento na
criança deveria ser a principal actividade das escolas e não somente uma
consequência casual.” M. Lipman
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Quem se importa com o canário do Daniel?
A sessão hoje foi um delírio!
Recebemos a visita de alguns elementos do 2º C, o que animou bastante a conversa.
Ainda em torno do ponto de interrogação, e sabendo que «São coisas que usamos para perguntar coisas que queremos saber.» (Adriana) logo ficou claro que «Obrigada.» não quer saber nada, quer apenas dizer que estamos gratos por algo. (A Angelina mudou de ideias e deu um novo exemplo, agora sim, de um pergunta: «Queres ser meu amigo?».)
Pois bem, o ponto de interrogação é importante e fazer perguntas também!
Surge a discordância, pela voz do Guilherme: «Pode não ser importante. Quando alguém pergunta coisas e já sabe a resposta ou já sabe o que o outro vai dizer, não é importante.»
O Daniel concorda, mas com outra razão - a brincadeira: «Quando perguntamos, na brincadeira, "És maluquinho?" já sabemos que a pessoa não é e estamos só a brincar com ele.» Na verdade não queremos uma resposta.
Passemos a um pergunta realmente importante, então: «Será que o meu canário fugiu?». (Daniel)
A não ser que o leitor pense no seu próprio encantador canário imagino que dará menos importância a esta pergunta do que a «Tem a vida sentido?».
Mas, de facto, o Daniel e a sua família adoram o canário, «se ele fugiu pode ser comido por um gato» e «todos os outros pássaros darão bicadas nesse gato!». A pergunta é muito importante pois o seu desfecho pode trazer muita tristeza.
Porém, apesar de a Angelina também ter ficado muito triste quando morreu o seu gato e compreender o Daniel, a maioria dos elementos concorda que a pergunta não é importante - para milhões de pessoas no mundo o destino do canário do Daniel não é importante, logo a pergunta não é importante.
Entra na sala um elemento novo: o Luís. Excelente! Certamente trará uma ideia nova precisamente por estar totalmente fora do que ali estava em causa!
Infelizmente não. O Luís também não vê a importância da pergunta, pelos mesmos motivos já enunciados - para quase toda a gente no mundo, isso não é importante.
E assim se findou a hora desta sessão de Filosofia para Crianças: sem decidirmos claramente se a tão grande tristeza de poucos vale menos ou mais que a indiferença de muitos, mas sabendo que «uma pergunta pode ser e não ser importante ao mesmo tempo, embora para pessoas diferentes» (grupo)!
Grata a todos pela sessão!!
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
IV Encontro de Filosofia para Crianças e Criatividade - 6 e 7 Novembro - Universidade do Minho, Braga
Organização conjunta do Departamento de Filosofia do ILCH-U.Minho
e do projeto filocriatiVIDAde.
- Inscrições abertas!
- Inscrições abertas!
Lá estaremos com Nuno Paulos Tavares e a comunicação
Fazer Filosofia Com Crianças: níveis de exigência do facilitador.
Siga o LINK para o programa completo do evento.

terça-feira, 7 de outubro de 2014
Entrevista a antigo coordenador do DSM: “Transformamos problemas quotidianos em transtornos mentais.”
E PARA PROBLEMAS QUOTIDIANOS ESTAMOS CÁ NÓS:
Allen Frances dirigiu durante anos o Diagnostic and Statistical Manual
(DSM), documento que define e descreve as
diferentes doenças mentais. Considerado a bíblia dos
psiquiatras, é revisto periodicamente em nome da adaptação aos avanços do
conhecimento científico. Frances dirigiu a equipa que redigiu o DSM IV,
ao qual se seguiu uma quinta revisão que ampliou enormemente o número de
transtornos patológicos.
Siga o LINK para a entrevista completa:
Alguns excertos:
"Fomos muito conservadores e só introduzimos [no DSM IV] dois dos 94
novos transtornos mentais sugeridos. Ao acabar, nos felicitamos,
convencidos de que tínhamos feito um bom trabalho. Mas o DSM IV acabou
sendo um dique frágil demais para frear o impulso agressivo e
diabolicamente ardiloso das empresas farmacêuticas no sentido de
introduzir novas entidades patológicas. Não soubemos nos antecipar ao
poder dos laboratórios de fazer médicos, pais e pacientes acreditarem
que o transtorno psiquiátrico é algo muito comum e de fácil solução. O
resultado foi uma inflação diagnóstica que causa muito dano,
especialmente na psiquiatria infantil. Agora, a ampliação de síndromes e
patologias no DSM V vai transformar a atual inflação diagnóstica em
hiperinflação."
"P. A influência dos laboratórios é evidente, mas um psiquiatra
dificilmente prescreverá psicoestimulantes a uma criança sem pais
angustiados que corram para o seu consultório, porque a professora disse
que a criança não progride adequadamente, e eles temem que ela perca
oportunidades de competir na vida. Até que ponto esses fatores culturais
influenciam?
R. Sobre isto tenho três coisas a dizer. Primeiro,
não há evidência em longo prazo de que a medicação contribua para
melhorar os resultados escolares. Em curto prazo, pode acalmar a
criança, inclusive ajudá-la a se concentrar melhor em suas tarefas. Mas
em longo prazo esses benefícios não foram demonstrados. Segundo: estamos
fazendo um experimento em grande escala com essas crianças, porque não
sabemos que efeitos adversos esses fármacos podem ter com o passar do
tempo. Assim como não nos ocorre receitar testosterona a uma criança
para que renda mais no futebol, tampouco faz sentido tentar melhorar o
rendimento escolar com fármacos. Terceiro: temos de aceitar que há
diferenças entre as crianças e que nem todas cabem em um molde de
normalidade que tornamos cada vez mais estreito. É muito importante que
os pais protejam seus filhos, mas do excesso de medicação."
"P. Em 2009, um estudo realizado na Holanda concluiu que 34% das crianças
entre 5 e 15 anos eram tratadas por hiperatividade e déficit de
atenção. É crível que uma em cada três crianças seja hiperativa?
R. Claro que não. A incidência real está em torno de
2% a 3% da população infantil e, entretanto, 11% das crianças nos EUA
estão diagnosticadas como tal e, no caso dos adolescentes homens, 20%,
sendo que metade é tratada com fármacos. Outro dado surpreendente: entre
as crianças em tratamento, mais de 10.000 têm menos de três anos! Isso é
algo selvagem, desumano. Os melhores especialistas, aqueles que
honestamente ajudaram a definir a patologia, estão horrorizados.
Perdeu-se o controle."
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Workshop FILOSOFIA PARA CRIANÇAS - abordagem inicial (6 horas)
ÚLTIMAS INSCRIÇÕES para Sábado, 4 Outubro.
Formador: Nuno Paulos Tavares
Local: Acima da Média - Vila Seca, Barcelos
Solicite a ficha de inscrição ou mais informações: info.acimadamedia@gmail.com
Uma colaboração com Acima da Média
Centro de Estudos e Formação Profissional
Centro de Estudos e Formação Profissional
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Da Prática Filosófica Com Crianças por Nuno Paulos Tavares
Boletim Informativo ASSP
(Associação de Solidariedade Social dos Professores)
189 - 3º Trimestre de 2014
Uma síntese em pouquíssimas palavras!
domingo, 14 de setembro de 2014
Acção de Formação FILOSOFIA PARA CRIANÇAS - Outubro e Novembro - Guimarães
Curso de formação acreditado CCPFC (1 crédito - 25h presenciais)
Filosofia para Crianças: Fundamentos, métodos e práticas
2ª edição
2ª edição
Para Educadores e Professores do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico, técnicos que desenvolvam trabalho com crianças e todos os interessados em aventuras do pensamento.
Siga os LINKS:
Calendarização
Programa da formação http://www.cffh.pt/anexos_linhas_planos_formacao/centrus4_cffh/651.pdf
Custo: Associados da ASSP = 25€ ; Não associados da ASSP = 35€.
Inscrições no Centro de Formação Francisco de Holanda
Mais um desenvolvimento da parceria com a ASSP (Associação de Solidariedade Social dos Professores) - Delegação de Guimarães.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Temporada de Cafés Filosóficos em Guimarães: Setembro a Dezembro
Marcar no calendário: 5ª feira - 21:30
Mais um desenvolvimento da parceria com a
ASSP - Associação de Solidariedade Social dos Professores - Delegação de Guimarães.
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Formação: Consultoria Filosófica
Em curso na Universidade do Minho, Braga.
18 participantes.
Diário do Minho de 10 Setembro atento à prática filosófica:

segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Acção de Formação - 26 horas
Em curso.
Externato Cantinho Escolar - Porto
Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo
Duração: 26 horas
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
"O pensamento como exercício comunitário: colaboração, crítica e autocorrecção. "
I Jornadas ASSP (Associação de Solidariedade Social dos Professores) - GUIMARÃES
Escola e Comunidade: Redes Colaborativas
Enteléquia - Filosofia Prática presente na mesa dedicada a BOAS PRÁTICAS em Projectos Colaborativos.
Nuno Paulos Tavares - Comunicação e posterior diálogo:
"O pensamento como exercício comunitário: colaboração, crítica e autocorrecção. "
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Férias em Grande: ÁGUA FILOSÓFICA

A Apedcm - Ass. de Pais da Escola Dr. Costa Matos, em Vila Nova de Gaia, recebeu-nos hoje para os já habituais Diálogos Filosóficos das Férias em Grande.
Várias perguntas foram nascendo a partir da observação inicial de uma simples palhinha num copo de água.
Observando-se que, em resumo, duas coisas aconteciam (a palhinha aparecia-nos «cortada» ou com uma largura diferente e isso era causado quer pela água, quer pela nervura do copo plástico) logo surgiu, ainda que subrepticiamente, a questão: A palhinha mudou quando imersa em água?
No decorrer do exercício, essa questão tornou-se manifesta nas perguntas colocadas pelos participantes:
Ao ler em voz alta todas as perguntas várias vozes fizeram notar alguns factos:
* algumas perguntas são iguais, querem saber a mesma coisa;
* algumas perguntas têm a resposta lá dentro;
* algumas perguntas respondem a outras...
Numa tentativa de agrupar as perguntas semelhantes o Alexandre sugere o seguinte grupo: 2, 3, 4 e 7.
O grupo reagiu discordando: o Luís explica que «parece diferente» se distingue de «deforma», porque aqui a palhinha já é diferente e não apenas parece diferente.
O Alexandre concordou e refez a sua ideia e o restante grupo colaborou com outros exemplos de coisas que parecem mas não são:
* na Matemática, podemos estar a ver uma parte do sólido, apenas, e ele parece-nos uma face, relembrou a Beatriz.
* quando colocamos açúcar na água (ou sal) ele fica invisível mas ele está lá! A água fica doce!, nota o Luís.
Mas....,esta diferença entre o que parece ser mas não é, só se aplica esta experiência da palhinha dentro ou fora do copo de água? Na Matemática e no laboratório de Ciências?
«- Não! Não, não , não!!! - exclamou imediatamente a Beatriz: às vezes parece-nos que uma pessoa é boa, mas depois... Não é.»
As perguntas seguiram-se naturalmente:
* O que é uma boa pessoa?
* Como sabemos que uma boa pessoa é uma boa pessoa?
* Essa pessoa é boa porque é boa ou porque nós a vemos boa? (Em paralelo com a palhinha - bem colocam o Luís e o Alexandre em evidência - ela deformou-se ou nós é que a vemos deformada?)
Fomos em busca de atributos que definem uma boa pessoa:
fiável (Beatriz); ajuda sem querer nada em troca (Luís); tem respeito pelos outros (Sheila); é amiga e carinhosa (Morais); é simpática e não diz as coisas pelas costas (Fábio); fiel (Ricardo)...
Até que o Alexandre reiterou: «-Não é possível definir uma boa pessoa!»
- Porquê?
«- Porque todos dizem uma coisa diferente!!»
A Inês Rocha, corajosamente quis saber «Então e eu, sou boa pessoa?» Um alvoroço, «Sim!» «Não!» «Sim!» «Não!» «Assim-assim!», enquanto todos a rodeiam com grande carinho e respeito.
Bem, afinal ... parece estar aqui qualquer coisa de definição! :)
Grata a todos pelo empenho e dedicação!!
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
FILOSOFIA PARA CRIANÇAS & ARTE
Uma colaboração Enteléquia - Filosofia Prática e Biblioteca Municipal de Silves entre Janeiro e Maio de 2014.
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Férias em Grande: DIÁLOGOS FILOSÓFICOS COM ADOLESCENTES
FÉRIAS EM GRANDE na Escola Costa Matos em V.N.Gaia
A ementa de ontem das questões à escolha
para os diálogos filosóficos.
FÉRIAS EM GRANDE (Junho - Julho - Agosto - Setembro) Iniciativa promovida pela Associação de Pais da Escola Dr. Costa Matos (APEDCM).
segunda-feira, 28 de julho de 2014
domingo, 20 de julho de 2014
Final de ano lectivo: O QUE JÁ CONSEGUES FAZER MELHOR? PORQUÊ?
Sessões de Filosofia para Jovens
Já
consigo fazer frases com palavras mais complicadas quando sei o
significado delas e imagino muitas mais coisas que antes não me passavam
pela cabeça. Sara K., 5º ano
Já consigo ter mais participação e autonomia, porque eu antes era muito tímida. Sofia C., 5º ano
Pensar, porque consigo raciocinar melhor e já penso antes de responder. Keil C., 5º ano
Eu já não fico tão indecisa nas minhas respostas porque nas sessões de
Filosofia as nossas respostas tinham de ser muito directas. F. C., 8º
ano
Já me sinto mais seguro, pois esta disciplina obriga-me a tal para intervir nas discussões. M. R., 8ºano
Já me sinto mais seguro, pois esta disciplina obriga-me a tal para intervir nas discussões. M. R., 8ºano
O que já consigo é o ouvir, pois eu não era bom ouvinte e penso que o ouvir é muito importante. R. Z., 8ºano
Dar a minha opinião sem medo. Antes não acontecia. J.C. 8º ano
Já aprendi a pôr o dedo no ar e a esperar R., 4º ano
Já aprendi a responder com serenidade. D.B., 4º ano
Já aprendi a ver quando estamos a fugir do assunto. Antes nem sequer sabia. B., 4º ano
quarta-feira, 9 de julho de 2014
terça-feira, 8 de julho de 2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
Conclusão do GINÁSIO DA MENTE (1º ciclo) no COLÉGIO CCG
Pois é! Chegámos ao fim!
O que vale é que é só temporário, voltamos no próximo ano lectivo.
Última sessão de FILOSOFIA PARA CRIANÇAS
das 36 realizadas em 2013/2014.
O que andamos aqui a fazer?
Qual a palavra que melhor descreve as nossas sessões?
| Obrigado, boas férias e voltamos aos diálogos no fim do Verão! |
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Sharing Stories' Exercise - 2008 IAPC
Acabo de encontrar um tesourinho bem escondido nas memórias do meu mail: um exercício criado para o Sharing Stories do IAPC Summer Seminar, em 2008. É sobre Códigos e parte de uma paisagem estrófica.
Fica o ponto de partida. Caso queiram criar o vosso próprio guião de perguntas exploratórias e partilhá-lo aqui, não hesitem! Seria um prazer ver as várias hipóteses de trabalho!
*[[>[ *** ! **
*[[[ >[[ >**
When
I put [ I say
tree
I say sun When
I put !
When
I put > I say bee
I say fun When I put *
What do I say?
quarta-feira, 18 de junho de 2014
FILOSOFIA COM CRIANÇAS - Escola Sementes de Liberdade (Esposende)
Existência - Objectivos na vida - Valores - Escolha
Cada criança assinalou as possibilidades mais interessantes e as menos interessantes.
Seguiu-se o diálogo, feito de questionamento, fundamentação, exemplificação e problematização.
"Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas."
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