Projecto educacional de divulgação e prática da Filosofia em contextos específicos.
sábado, 27 de outubro de 2012
Ateliê de Filosofia Prática, Filosofia para Crianças
Necessários, enriquecedores, motivadores, criativos e activos são os adjectivos que os participantes utilizaram para qualificar o ateliê de hoje, em Faro.
Além da «exposição e troca de ideias», «ampliam as formas de exploração de materiais em contexto de sala de aula» bem como, «possibilitam a maior valorização de algumas (...) atitudes no dia-a-dia.»
Quais serão? Aguardemos pelo próximo ateliê!... Até porque temos mesmo que descortinar que gato é este!
Obrigada a todos pela disponibilidade para o jogo filosófico!
Obrigada também à colaboração da ES Tomás Cabreira.
Até Breve! Laurinda Silva
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Lipman - Are children natural philosophers?
Breve excerto de uma entrevista de Eugenio Echeverria a Matthew Lipman, criador de Programa de Filosofia para Crianças.
PODEMOS-DEVEMOS ENCORAJÁ-LAS A SEREM FILOSÓFICAS.
Pensamento Crítico
Na linha de R.Ennis, pensamento razoável e reflectido focado em decidir o que fazer ou em que
acreditar.
Se quiser conhecer os elementos, práticas e competências do Pensamento Crítico, sugerimos uma pequena síntese.
Siga o LINK: The Miniature Guide of Critical Thinking - Concepts and Tools
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Três demónios inimigos da filosofia por João Carlos Silva
"Três demónios assombram permanentemente a procura do conhecimento: o
orgulho, o medo e a preguiça. Cada um por si só, ou combinados numa
“geometria variável” (como se diz agora), formam uma estrutura
terrivelmente poderosa e resistente de oposição ao conhecimento da
verdade, constituindo-se assim como autênticos “pecados” epistémicos, ou
obstáculos epistemológicos universais, extremamente difíceis de vencer
na exacta medida em que exercem o seu poder hipnótico de forma invisível
no interior do próprio sujeito.(...)"
Siga o LINK para o texto integral.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
A primeira aventura no Refúgio Aboim Ascensão
E não foi coisa pequena!
Havia mãos de todas as cores, havia mãos às cores e mãos de vários tamanhos!
Cheirosas e macias, afáveis de curiosidade para descobrir quem é essa Sophia que ama o saber!
Para já, essas mãos gostam de carros de corrida porque têm capacetes, de pentear porque ficamos bonitos e de desenhar o Outono por causa das cores das folhas.
Há aquelas gostam de doces porque sabem bem (apesar de fazerem mal se forem muitos...) e de caracóis.
E há as que gostam de ser conhecidas pelo seu nome completo!!
;) A-coisa-promete-da-Silva-Maia-Tavares!! ;)
sábado, 6 de outubro de 2012
Filosofia para Crianças - livros em pdf
Professor Oscar Brenifier, Institut de Pratiques Philosophiques, disponibiliza em pdf alguns dos seus títulos dirigidos a pais, professores, crianças e adolescentes.
Siga o LINK.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
5 de OUTUBRO - CAFÉ FILOSÓFICO no TERTÚLIA CASTELENSE
Uma pausa para ouvir, pensar e ousar!
- Um Café Filosófico é um diálogo público dedicado a um tema ou questão do universo humano moderado por um filósofo. O que se busca é a criação de um espaço-tempo de investigação de matriz socrática ou, muito simplesmente, parar de pensar, parar para pensar e pensar o impensável.
- "Parece complexo. Como é que isso se desenrola?"
- Fazemos uso da caixa de ferramentas natural e ouvimos, questionamos, respondemos, argumentamos, contra-argumentamos, exemplificamos, contra-exemplificamos, objectamos, comparamos, hierarquizamos, conceptualizamos ... tudo em duas horas e em modo cooperativo.
- "Nunca gostei de Filosofia nem percebo nada disso."
- Óptimo! Aquele não domina a terminologia e conteúdos filosóficos é o que melhor está habilitado ao objectivo destes diálogos: questionamento autêntico e radical e investigação guiada apenas pela razão em acção.
- "Parece complexo. Como é que isso se desenrola?"
- Fazemos uso da caixa de ferramentas natural e ouvimos, questionamos, respondemos, argumentamos, contra-argumentamos, exemplificamos, contra-exemplificamos, objectamos, comparamos, hierarquizamos, conceptualizamos ... tudo em duas horas e em modo cooperativo.
- "Nunca gostei de Filosofia nem percebo nada disso."
- Óptimo! Aquele não domina a terminologia e conteúdos filosóficos é o que melhor está habilitado ao objectivo destes diálogos: questionamento autêntico e radical e investigação guiada apenas pela razão em acção.
- "Que questões são abordadas? Que temas são investigados?"
- Eis alguns exemplos: O que é a verdade? O que é a felicidade? A existência tem sentido? Se sim, qual? O Homem é livre? Egoísmo e Altruísmo: o papel do Outro? Querer ou Dever: o dilema diário. Como eleger o melhor critério de decisão? Existe relação entre bondade e verdade? E entre autenticidade e verdade? O que é uma boa pessoa? Razão e Emoção: inimigos ou faces da mesma moeda? Qual a relação entre a palavra e a realidade? A Ciência desvenda ou inventa a Natureza?
- Eis alguns exemplos: O que é a verdade? O que é a felicidade? A existência tem sentido? Se sim, qual? O Homem é livre? Egoísmo e Altruísmo: o papel do Outro? Querer ou Dever: o dilema diário. Como eleger o melhor critério de decisão? Existe relação entre bondade e verdade? E entre autenticidade e verdade? O que é uma boa pessoa? Razão e Emoção: inimigos ou faces da mesma moeda? Qual a relação entre a palavra e a realidade? A Ciência desvenda ou inventa a Natureza?
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
FILOSOFIA para CRIANÇAS – Inquérito de Satisfação
ATELIERS DE FILOSOFIA para CRIANÇAS
–
Inquérito de Satisfação (Professores)
a) Dê-nos a sua opinião acerca do(s)
Atelier(s) de Filosofia para Crianças, nos seguintes pontos, classificando-os
entre:
1 – nunca 2-
por vezes 3- com
frequência 4 – sempre
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-
Desenvolve o espírito crítico;
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4
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-
Desenvolve a capacidade de viver uma cidadania activa;
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4
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- Facilita
a consciência de si e do outro;
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4
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- Ensina
a colocar-se no lugar do outro;
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4
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- Fomenta
o respeito pelos seus pares;
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4
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-
Demonstra o valor da solidariedade, da igualdade, da partilha e da
tolerância…;
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4
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-
Impulsiona a autonomia na investigação;
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4
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-
Faz reconhecer os direitos e deveres na sociedade actual;
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4
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-
Cria um laboratório de ideias (onde tudo é pensável e discutível);
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4
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-
Promove a auto-estima;
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4
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- Expande a atitude
dialogante e a escuta activa;
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4
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-
Treina o pensar por si mesmo;
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4
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-
Estimula o ser si mesmo;
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4
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-
Incita o ser e pensar no seio do grupo;
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4
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-
O desempenho da facilitadora foi adequado.
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4
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(Excerto do Inquérito de Satisfação da Sessão Peixe Amarelo, no 3º ano da Escola da Correeira, Albufeira - Professor Nelson Moniz, 2010/11)
ATELIERS de FILOSOFIA para CRIANÇAS – Inquérito de Satisfação
«b) Entende como desejável a Filosofia com Crianças de uma forma regular?
Sim X Não___
Porquê?
Sim, porque dessa forma as crianças teriam oportunidade de “praticar” o seu raciocínio com mais frequência, de forma orientada, tendo a possibilidade de ter contacto com professoras formadas na área da filosofia.
c) Escolha uma(s) palavra(s) que caracterize estes ateliers.
Divertidos / Práticos / Úteis / Enriquecedores / Diferentes
d) Outras observações que deseje deixar-nos:
Deixo o agradecimento por terem proporcionado aos meus alunos esta experiência diferente e enriquecedora, de outra forma tal não aconteceria. Apesar de trabalharmos o pensamento na sala de aula, não o faria nestes moldes porque estou condicionada por um programa a cumprir, restando pouco tempo para este tipo de actividades, por outro lado não tenho formação nesta área.
Como os ateliers são marcadas por vós encontrei sempre disponibilidade e muita vontade para participar neles. Desejo que outros alunos também tenham esta oportunidade.
Muito obrigada.»Professora Fátima Lopes - Projecto PENSO, LOGO VOO, Agrupamento de Escolas Drª Laura Ayres - Quarteira 2010/11
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
MARCO AURÉLIO - MEDITAÇÕES
"A duração da vida não passa de um momento, a
matéria é um fluir, a alma é um turbilhão, a
fortuna fugidia... o que é que existe capaz de guiar um homem? ... a filosofia."
Marco Aurélio (121-180)
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
FILOSOFAR E SER CRIANÇA por Cecília Reis Maia
Publicação no PORTAL DA CRIANÇA - Agosto 2012
"A distinção entre as denominações Filosofia para Crianças ou Filosofia com Crianças parece-nos importante apenas como tomada de consciência daquilo que é ou deverá ser a prática filosófica com crianças."
"A distinção entre as denominações Filosofia para Crianças ou Filosofia com Crianças parece-nos importante apenas como tomada de consciência daquilo que é ou deverá ser a prática filosófica com crianças."
Siga o LINK para o artigo.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
A Razão ao serviço da Vida ou a Vida ao serviço da Razão - a resposta de Ortega y Gasset
Na sequência do Café Filosófico de dia 23 sobre o papel da Razão na Vida, deixamos o contributo de Ortega y Gasset.
"Hoy vemos claramente que, aunque
fecundo, fue un error el de Sócrates y los siglos posteriores. La razón pura no
puede suplantar a la vida: la cultura del intelecto abstracto no es, frente a
la espontánea, otra vida que se baste a sí misma y pueda desalojar a aquélla.
Es tan sólo una breve isla flotando sobre el mar de la vitalidad primaria.
Lejos de poder sustituir a ésta, tiene que apoyarse en ella, nutrirse de ella
como cada uno de los miembros vive del organismo entero.
Es éste el estadio de la
evolución europea que coincide con nuestra generación. Los términos del
problema, luego de recorrer un largo ciclo, aparecen colocados en una posición
estrictamente inversa de la que presentaron ante el espíritu de Sócrates.
Nuestro tiempo ha hecho un descubrimiento opuesto al suyo: él sorprendió la
línea en que comienza el poder de la razón; a nosotros se nos ha hecho ver, en
cambio, la línea en que termina. Nuestra misión es, pues, contraria a la suya.
A través de la racionalidad hemos vuelto a descubrir la espontaneidad.
Esto no significa una vuelta a la
ingenuidad primigenia semejante a la que Rousseau pretendía. La razón, la
cultura more geometrico es una adquisición eterna. Pero es preciso corregir el
misticismo socrático, racionalista, culturalista, que ignora los límites de
aquélla o no deduce fielmente las consecuencias de esa limitación. La razón es
sólo una forma y función de la vida. La cultura es un instrumento biológico y
nada más. Situada frente y contra la vida, representa una subversión de la
parte contra el todo. Urge reducirla a su puesto y oficio.
El tema de nuestro tiempo
consiste en someter la razón a la vitalidad, localizarla dentro de lo
biológico, supeditarla a lo espontáneo. Dentro de pocos años parecerá absurdo
que se haya exigido a la vida ponerse al servicio de la cultura. La misión del
tiempo nuevo es precisamente convertir la relación y mostrar que es la cultura,
la razón, el arte, la ética quienes han de servir a la vida."
El tema de nuestro tiempo, en
«Obras completas», vol. III, Revista de Occidente, Madrid 1966-69, p.177-178.
Siga o LINK para a entrada sobre Ortega y Gasset na Stanford Encyclopedia of Philosophy.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
(Mais um) Sócrates - filme legendado em Português
Realizado por Roberto Rossellini, eis uma cinebiografia de Sócrates:
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Da prática filosófica sob o regime estético das artes e cumprimento do ethos filosófico - uma reflexão a partir da leitura de A partilha do sensível* de Jacques Rancière
- Pode a busca
cooperativa de uma resposta ser pensada a partir do regime estético da arte de
Rancière?
Propomos
que o conceito de regime de arte enquanto modo de articulação do fazer, do ver
e conceptualização dos anteriores e, em particular, o regime estético da arte
como condição de pensabilidade e identificação das artes se apresenta como oportunidade
para a revalorização das Novas Práticas Filosóficas, nomeadamente na sua
dimensão de dinamização filosófica, ou seja, diálogos de matriz socrática
realizados em situação, em público.
A
emergência das (Novas) Práticas Filosóficas dentro do regime estético da arte
afirma-se não enquanto ruptura mas fundamentalmente como decisão de
reinterpretação do que faz a Filosofia e do que a Filosofia faz. Nesse sentido,
as (Novas) Práticas Filosóficas são expressão de um tempo e espaço
civilizacional anteriormente desvalorizado como a “parte não filosófica” da
Filosofia.
- Pode o diálogo
filosófico, na sua radicalidade e exigência de presença, à semelhança de uma
pintura, escultura ou obra literária, abrir fissuras no consenso e obstaculizar
a redução da política à polícia?
Defendemos
que o diálogo filosófico não difere da obra de arte nas suas potencialidades de
exigência de presença total do espectador/participante, na criação de rupturas
que gritam pela sua exploração e doação de sentido e, por fim, a adequação do
diálogo filosófico à abertura de múltiplas possibilidades.
O
diálogo filosófico, enquanto performance colectiva incoreografável visível
através da crítica argumentativa, põe em jogo todos os intervenientes (não há
espectadores) e por meio da imprevisibilidade do agenciamento afirma-se como
força de desestabilização, de crítica das pretensas evidências e cristalizações
do senso comum, de criação e descoberta de novos conceitos e relações e de
emergência de sentidos tributários da não intencionalidade colectiva.
Será
este momento colectivo de constituição atómica e resultado não antecipável
terreno fértil para a legitimação e suporte do que Rancière define como
polícia? Não cremos. Pelo contrário, e em casos porventura excepcionais, porque
trabalho de problematização e interrogação da actualidade, pode constituir-se
como brecha ou semente de brecha na lógica de funcionamento da mesma. A
produção de um novo conceito, a descoberta de contradições no discurso
legitimador da polícia, o estabelecimento de relações até então invisíveis e
não actuantes pode desconfigurar a ordem do sensível tida como natural.
Assim,
a produção de litígios nascidos da prática filosófica é uma possibilidade e é
possibilidade de introdução de um dissenso entendido como confronto das
configurações instituídas pela polícia com algo inaceitável pela mesma: o
sujeito político. Existe então a política, o confronto entre sujeito(s)
político(s) e a ordem policial.
Desta
forma, pensamos identificar o cumprimento do ethos filosófico identificado por
Foucault e inscrito na tradição kantiana de um pensamento crítico que toma a
forma de uma ontologia da actualidade. Mediante a abertura de um campo de
possibilidades, o diálogo filosófico, como trabalho crítico de problematização
surge como atitude, como crítica permanente da nossa era. Por um lado, é
análise histórica dos limites; por outro lado, nasce a experiência que
possibilita a sua ultrapassagem: a “crítica prática de uma transgressão
possível”.
Nuno
Paulos Tavares
Porto
- Portugal
*
Rancière,
Jacques - Le Partage Du Sensible,
Edição/reimpressão: 2000, Editor: FABRIQUE, Coleção: Beaux Livres Lux
Rancière,
Jacques - A partilha do sensível -
Estética e política, Tradução de Mônica Costa Netto, Coedição: Editora
34/EXO experimental org., 2005 - 1ª edição; 2009 - 2ª edição (Acordo
Ortográfico)
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
HORAS DE FILOSOFIA em São João da Madeira
Uma colaboração Ponto Zero e Enteléquia - Filosofia Prática®
O que acontece nestes encontros? Siga o LINK.
O que acontece nestes encontros? Siga o LINK.
![]() |
| Rua do Dourado, nº 218, 3700-107 São João Da Madeira, Aveiro
23 de Agosto - 5ª Feira
|
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Enigmas da Existência - um livro para quem questiona
Enigmas da Existência: Uma Visita Guiada à Metafísica, de Earl Conee e Theodore Sider
Tradução de Vítor Guerreiro; Revisão científica de Desidério Murcho; Lisboa: Bizâncio, Março de 2010, 272 pp![]() |
Uma introdução à Metafísica, acessível, competente e apaixonante, escrita por dois filósofos de primeira linha. The Times |
As questões da metafísica são das mais profundas e enigmáticas. O que é o tempo? Serei realmente livre ao agir? O
que faz de mim a mesma pessoa que era em criança?
Porque há algo em vez de nada?
Será que sou realmente livre, ou tudo está determinado
desde antes do meu nascimento?
Se alguma vez deu consigo a fazer algumas destas
perguntas, este livro é para si.
Tratando ainda da existência de Deus e da constituição
última da realidade, este livro é um guia para
quem gosta de raciocinar cuidadosamente sobre
estes e outros temas da metafísica — incluindo o
problema de saber o que é afinal a própria Metafísica.
Enigmas da Existência torna a metafísica genuinamente
acessível e até divertida. O seu estilo vívido e
informal dá fulgor aos enigmas e mostra como pode
ser estimulante pensar sobre eles. Não se exige qualquer
formação filosófica prévia para desfrutar deste
livro: qualquer pessoa que queira pensar sobre as
questões mais profundas da vida considerará
Enigmas da Existência um livro provocador
e aprazível.
Fonte: http://criticanarede.com/enigmas.html
domingo, 5 de agosto de 2012
SÓCRATES: quem? Foi SÓCRATES um bom professor?
Excerto de um debate contando com Oscar Brenifier, Walter Kohan e Mauricio Langón.
O debate teve lugar durante o II Encuentro
Internacional de Práctica Filosófica no Perú,organizado pelo Instituto
de Investigaciones del Pensamiento Peruano e Latinoamericano (IIPPLA)
da Facultad de Letras e Ciências Humanas de la Universidad Nacional
Mayor de San Marcos y la Sociedad Peruana de Consejería Filosófica y
Práctica Filosófica.
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