Projecto educacional de divulgação e prática da Filosofia em contextos específicos.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
A função moral (para alguns anagógica) da EDUCAÇÃO por EINSTEIN
“Não basta ensinar ao homem uma especialidade, porque se tornará assim uma máquina utilizável e não uma personalidade. É necessário que adquira um sentimento, senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto."
quinta-feira, 10 de maio de 2012
A Filosofia e as sete artes liberais
| O jardim das delícias |
A Filosofia e as sete artes liberais em Herrad de Hohenburgo
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MEIRINHOS, José – “O sistema das ciências num esquema do século XII no manuscrito 17 de Santa Cruz de Coimbra (Porto, BPM, Geral 21)”. Medievalista [Em linha]. Nº7, (Dezembro de 2009).Disponível em http://www2.fcsh.unl.pt/iem/medievalista/. ISSN 1646-740X.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
FILOSOFIA PARA CRIANÇAS - A intuição do inefável
O desafio era enorme. A próxima hora seria dedicada à pesquisa filosófica.
O que procurámos? Uma definição. Qual? Da BELEZA.
Não a encontrámos mas todos já sabemos que isso não é o mais importante.
A Filosofia não é uma aventura em linha recta. A Joana, de oito anos, deu um contributo que a todos intrigou e cuja discussão se tornou A SESSÃO.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Ouvir Schubert lembra-me...
«A Minha avó a dançar ballet.»
«Máquinas e formas.»
«O sol a ir-se embora.»
«A minha família, as borboletas, os anjos e Deus.»
- Sessão de Filosofia para Crianças, 1º A da E.B. nº 2 de Quarteira -
PENSO, LOGO VOO!
domingo, 22 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
Da Filosofia - a essência da prática filosófica
Seja qual for a questão sobre a que tenhamos de deliberar, torna-se necessário conhecer aquilo sobre que vai deliberar-se, meu rapaz, pois de outro modo, forçosamente nos enganaremos. Ora, uma das coisas que escapa à maioria dos homens é a coisa na sua essência e, como julgam conhecê-la, jamais chegam a encontrar um ponto de acordo para iniciarem uma pesquisa qualquer e, à medida que avançam nessa pesquisa, colhem o devido castigo pois nem chegam a concordar com eles mesmos, nem com as outras pessoas. Por este motivo, façamos votos para que nem tu, nem eu, venhamos a incorrer no defeito que ora apontamos aos outras; mas, bem pelo contrário (...) procuremos uma definição de comum acordo, tentando tê-la sempre em mente (...).
Platão, Fedro, 237 c
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Jurgen Habermas - “Tres modelos de democracia. Sobre el concepto de una política deliberativa”
En este breve artículo, Jürgen Habermas expone la contraposición de Michelman de la comprensión liberal de la política y la comprensión republicana, que implican diferencias en sus conceptos respectivos de ciudadano o de derecho. Frente a ambos, esbozará, en el segundo punto de su intervención, un modelo “intermedio”, el de “política deliberativa”.
Leia o artigo aqui.
Fonte: http://efimeroescombrera.wordpress.com/
quarta-feira, 18 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Alguns contributos para o questionamento da cultura cientifíco-tecnológica
Sugestões bibliográficas
- Martin Heidegger: A Questão da Técnica
- Ortega y Gasset: Meditação sobre a Técnica
- Jacques Ellul: A Técnica ou o Desafio do Século
- Edgar Morin: Cultura de Massas; Ciência com Consciência
- Roger Garaudy: Alternativa: Modificar o Mundo e a Vida; Para um Diálogo de Civilizações
- Herbert Marcuse: O Homem Unidimensional: Estudos acerca da Ideologia da Sociedade
- Jurgen Habermas: Técnica e Ciência como "Ideologia"; Teoria e Práxis; Teoria do Agir Comunicacional
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Epicuro desfaz equívocos sobre o Epicurismo: prazer, vida boa e prudência
"Quando dizemos que o prazer é o fim, não queremos dizer o prazer do extravagante ou o que depende da satisfação física — como pensam algumas pessoas que não compreendem os nossos ensinamentos, discordam deles ou os interpretam malevolamente — mas por prazer queremos dizer o estado em que o corpo se libertou da dor e a mente da ansiedade. Nem beber e dançar continuamente, nem o amor sexual, nem a fruição de peixe ou seja o que for que a mesa luxuosa oferece gera a vida agradável; ao invés, esta é produzida pela razão que é sóbria, que examina o motivo de toda a escolha e rejeição, e que afasta todas aquelas opiniões através das quais a mente fica dominada pelo maior tumulto.
De tudo isto o bem inicial e principal é a prudência. Por esta razão, a prudência é mais preciosa do que a própria filosofia. Todas as outras virtudes nascem dela. Ensina-nos que não é possível viver agradavelmente sem ao mesmo tempo viver prudentemente, nobremente e justamente, nem viver prudentemente, nobremente e justamente sem viver agradavelmente; pois as virtudes cresceram em união íntima com a vida agradável, e a vida agradável não pode ser separada das virtudes."
Carta a Meneceu ou Carta sobre a felicidade
Leia aqui: http://criticanarede.com/meneceu.html
terça-feira, 10 de abril de 2012
Programa À Descoberta - Centro Cultural Vila Flor - Guimarães
A última sessão da edição de Páscoa foi dedicada ao SILÊNCIO. A curiosidade foi ensurdecedora!
O QUE É O SILÊNCIO?
Uma pausa, calma pura, um pensamento, algo bom para a saúde, ausência de ruído, ruído ... eis algumas das hipóteses discutidas.
O final ofereceu-nos uma inquietante questão:
Qual o som de uma estrela a cair?
Obrigado a todos participantes.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Platão: A Apologia de Sócrates - pdf
"(...) Ora, é possível que alguém perguntasse: — Sócrates, não poderias viver longe da pátria, calado e em paz? Eis justamente o que é mais difícil fazer e aceitar a alguns dentre vós: Se digo que seria desobedecer ao Deus e que, por essa razão, eu não poderia ficar tranquilo, não acreditaríeis em mim, supondo que tal afirmação é, de minha parte, uma fingida ingenuidade. Se, ao contrário, digo que o maior bem para um homem é justamente este, falar todos os dias sobre a virtude e os outros argumentos sobre os quais me ouvistes raciocinar, examinando a mim mesmo e aos outros e, que uma vida sem esse exame não é digna de ser vivida, ainda menos acreditaríeis ouvindo-me dizer tais coisas. Entretanto, é assim, como digo, ó cidadãos, mas aqui não é fácil ser persuasivo.(...)"
Faça aqui o download.
"(...)Porque morrer é uma ou outra destas duas coisas: ou o morto não tem absolutamente nenhuma existência, nenhuma consciência do que quer que seja, ou, como se diz, a morte é precisamente uma mudança de existência e, para a alma, uma migração deste lugar para um outro. Se, de fato, não há sensação alguma, mas é como um sono, a morte seria um maravilhoso presente. (...) Assim, se a morte é isso, eu por mim a considero um presente, porquanto, desse modo, todo o tempo se resume a uma única noite.
Se, ao contrário, a morte é como uma passagem deste para outro lugar, e, se é verdade o que se diz que lá se encontram todos os mortos, qual o bem que poderia existir, ó juízes, maior do que este?(...)"
Se, ao contrário, a morte é como uma passagem deste para outro lugar, e, se é verdade o que se diz que lá se encontram todos os mortos, qual o bem que poderia existir, ó juízes, maior do que este?(...)"
terça-feira, 27 de março de 2012
Programa À Descoberta - Centro Cultural Vila Flor - Guimarães
O mote para o À Descoberta desta Páscoa foram os Princípios!!!
e a Laura (6 anos) presenteou-nos com o princípio (de início, afirmou!) de duas vidas!
Obrigada a todos!
segunda-feira, 26 de março de 2012
QUAL A VIRTUDE MAIS IMPORTANTE ?
Obrigado a todos os participantes no Café Filosófico deste domingo,
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Foto: José Rui Moreira CorreiaSaiba mais: Diálogos Públicos "Horas de Filosofia" |
quarta-feira, 21 de março de 2012
Enteléquia e a Filosofia Prática: o objectivo, os pressupostos, as funções, os serviços.
A Filosofia enquanto prática afirma-se como um movimento de apologia do retorno à matriz socrática (essencial relação entre Filosofia, Indivíduo e Sociedade) e pretende enfrentar a crise de identidade da Filosofia, identificável pelo auto encerramento nas cátedras das universidades, pela construção de sistemas filosóficos totalizantes desligados da realidade da vida quotidiana e por uma linguagem decifrável apenas por iniciados.
A proposta consiste na devolução da Filosofia à cidade e ao cidadão. O seu objectivo é a aplicação em situação de conteúdos e competências filosóficas às diversas dimensões da vida humana. Com Mathew Lipman afirmamos que “O pensar é natural mas também pode ser entendido como uma habilidade passível de ser aperfeiçoada.”
A Filosofia Prática repousa sobre os seguintes pressupostos: a Filosofia é uma actividade dialógica; tem como modelo o diálogo socrático; a Filosofia é uma busca incondicional dentro de um horizonte de racionalidade fundada numa atitude socrática; é no confronto com o não-Eu e na saída do já pensado que a Filosofia cumpre a sua natureza; as ideias, instrumentos do pensamento, se não analisadas e criticadas transformam-se em obstáculos ao pensamento.
Defendemos que a Filosofia desempenha 3 funções básicas:
- Identificação dos pressupostos em que se baseia o pensamento;
- Problematização e análise crítica do pensamento;
- Conceptualização, enriquecendo, reforçando ou modificando os esquemas de relação com o real.
Acreditamos, inspirados na sentença de Marco Aurélio, que"A qualidade da nossa vida depende da qualidade dos nossos pensamentos."
Conheça os nossos serviços:
--Aconselhamento e Consultoria Filosófica
--Filosofia para Crianças
--Formação de Professores e Educadores
--Filosofia nas Organizações
--Workshops conceptuais e temáticos
--Diálogos Públicos "Horas de Filosofia"
terça-feira, 20 de março de 2012
Café Filosófico no Clube literário do Porto - 25 de Março
A convite de Tomás Magalhães Carneiro e inserido no novo projecto Clube Filosófico do Porto, vamos dinamizar o próximo Café Filosófico, o último no Clube Literário do Porto.
QUAL A VIRTUDE MAIS IMPORTANTE ?
É já no Domingo. Tiro de partida às 17:00.
É já no Domingo. Tiro de partida às 17:00.
Apareçam!
Saiba mais: DIÁLOGOS PÚBLICOS "HORAS DE FILOSOFIA"
segunda-feira, 19 de março de 2012
Is Free Will an Illusion ?
Free will has long been a fraught concept among philosophers and theologians. Now neuroscience is entering the fray.
The Chronicle Review brought together some key thinkers to discuss what science can and cannot tell us about free will, and where our conclusions might take us.
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An interesting update on an old old discussion! |
You Don't Have Free Will Jerry A. Coyne
The Case Against the Case Against Free Will Alfred R. Mele
Free Will Is an Illusion, but You're Still Responsible for Your Actions Michael S. Gazzaniga
The End of (Discussing) Free Will Owen D. Jones
Free Will Does Not Exist. So What? Paul Bloom
Source: http://chronicle.com/section/Home/5
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